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E-mail: o que pode e o que não pode?

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Ambiente virtual: você não vê, mas atrás da tela tem alguém lendo e digitando. Por isso, a internet também requer algumas regras para uma convivência harmônica, apesar de ainda não ter um manual de boas maneiras na hora de, por exemplo, enviar um e-mail.

Para Nelson Bitencourt, diretor de Desenvolvimento Humano da ABRH-RS, “o mundo digital é uma tatuagem eletrônica: o que você colocou ali fica para sempre, por isso é preciso ter cuidado” afirma. De acordo com o executivo, o e-mail deve manter a formalidade e o relacionamento profissional, mesmo em um ambiente de trabalho de liberdade. Por isso: não vale usar abreviações ou gírias.

Para não correr o risco de ser mal compreendido, é preciso ser bastante claro na mensagem. A dica é sempre escrever e mostrar ao colega do lado para ver se está fácil a compreensão do que foi redigido. E lembre-se: nunca use o CAPS LOCK (todas as letras maiúsculas). Afinal, isso representa que você está gritando.


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Habilidades que as faculdades não ensinam

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Ter um diploma não é mais um diferencial, mas um item quase que obrigatório para construir uma carreira bem sucedida. O mercado está cada vez mais exigente. Sair da faculdade com um histórico escolar recheado de notas altas também não garante um bom emprego. Mas, então, o que é necessário para se dar bem no mercado de trabalho?

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Segundo especialistas, existe uma grande lacuna entre os conhecimentos compartilhados nas universidades brasileiras e o que as empresas exigem para o crescimento na carreira. E não estamos falando apenas de preparo técnico, mas de maturidade suficiente para conseguir lidar com situações do dia-a-dia. E, neste sentido, ser inteligente emocionalmente pode ajudar e muito.

Ler ambientes

No mundo corporativo é preciso ser autêntico, mas também é essencial se adequar aos ambientes. Antes de se soltar, é importante entender qual a cultura da área para a qual você foi transferido. Na faculdade, dificilmente essa situação é colocada em prática. Por exemplo: se você era da turma da frente, nunca foi obrigado a sentar com a turma de trás.

Falar em público

Nas apresentações de trabalho, geralmente, só fala quem já tem boas habilidades de comunicação. E, na carreira, apresentar-se em público é quase um requisito básico, mesmo que seja para uma plateia composta apenas por seus chefes.

Trabalhar em equipe

Não se engane: os tradicionais trabalhos em grupos da faculdade quase não preparam ninguém para atuar em uma equipe. Motivo? Quando organizam os grupos de trabalho, os alunos escolhem seus amigos, pessoas com quem se identificam e, no mínimo, a partir de pontos que os aproximam. Na vida profissional, a história é diferente. Ninguém (exceto o próprio chefe) escolhe com quem vai trabalhar. E, ao contrário da tônica típica dos grupos de faculdade (em que as pessoas tendem a ser parecidas), para uma equipe dar certo no trabalho é essencial que seja composta por pessoas com perfis complementares e, portanto, diferentes, afirmam especialistas. E, além de tudo, os alunos não aprendem a compartilhar ideias: para facilitar a própria vida, dividem tarefas.


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Ansiedade para SER GRANDE

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A geração Y – formada pelos filhos das décadas de 80 e 90 – pode até ser bem heterogênea, mas é difícil pensar numa característica que descreva desses jovens do que “ansiedade”: querem tudo para ontem, vivem intensamente cada minuto e sabem que logo estarão abandonando o momento que hoje lhes faz feliz para se aventurar em um solo completamente diferente e inovador.

No mercado de trabalho, as perspectivas não são diferentes. Jovens profissionais entre 15 e 30 anos não se sentem satisfeitos até encontrar uma novidade pelo caminho. Seja ela um cargo novo ou a adição de uma nova tarefa no cronograma. Ficar na mesma não dá. Eles já nasceram roendo as unhas em busca da tão assegurada chefia.

A Hay Group, empresa de consultoria e gestão de negócios, questionou integrantes da geração Y de seis grandes empresas brasileiras: “a progressão de sua carreira está de acordo com as metas?”. Dos 5.568 entrevistados, 32% responderam ”Não” e 29% preferiram se manter neutros em relação à questão, ao passo que 39% assinalaram a opção ”Sim”. O estudo ainda revelou que o desejo geral é de passar por pelo menos uma mudança de cenário profissional por ano.

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Mas como lidar com a ansiedade e transformá-la em algo positivo? De acordo Ana Carolina da Silva, psicóloga e orientadora do escritório de carreiras da PUCRS, o segredo para controlar a ansiedade é focar na trajetória que você quer seguir, sem se preocupar com a das pessoas de sua idade.  “Não vale a pena aceitar qualquer proposta só pelo gosto da novidade e para mostrar suas potencialidades pros outros. O importante é caminhar no seu ritmo. Com dedicação e planejamento todos podemos chegar lá. E nesse sentido, a ambição movida pela ansiedade de vencer sempre é um bom incentivador”, explica.

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Entenda o fenômeno

Os baby boomers – filhos da década de 50 e 60 – cresceram acreditando que a única fórmula para alcançar uma carreira bem-sucedida era a dedicação. Para a geração que tinha como perspectiva subir de cargo depois de anos de trabalho duro, a explosão econômica dos anos 70 significou apenas a oportunidade de ter um futuro melhor do que esperavam.

Levando uma vida mais positiva do que a dos seus pais, essa geração nutriu seus filhos – pertencentes a geração Y – de otimismo e possibilidades infinitas, criando, assim, uma falsa ilusão em seu subconsciente de que poderiam ser protagonistas do jeito que bem entendessem, onde e quando quisessem.  Isso deixou os “Y’s” se sentindo tremendamente esperançosos em relação a suas carreiras, ao ponto de aquele gramado verde de estabilidade e prosperidade, tão sonhado por seus pais, não é mais suficiente. O gramado digno de um Y também deveria ter flores. 


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Entrevista de emprego: 6 dicas do que não fazer

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A entrevista é o momento mais importante no processo de seleção de uma vaga de emprego. Todos os seus movimentos são observados e avaliados. É a oportunidade de vender a boa imagem, as habilidades e os conhecimentos que domina.

Aproveite as seis dicas do que não fazer:

1. Falar mal do chefe ou emprego anterior. Muitas vezes, o candidato está sob pressão no emprego atual, ou foi demitido e sente-se injustiçado, e acaba utilizando a entrevista para desabafar. Isso é péssimo, pois passa a imagem de uma pessoa imatura, que guarda rancor e não sabe reconhecer o que aprendeu em experiências anteriores.

2. Deixar celulares ou iPods à vista e ligados. Nada de atender celulares, mandar e receber torpedos ou ficar ouvindo música com fone de ouvido. Comportamentos como esses demonstram descaso e falta de capacidade de concentração.

3. Fazer comentário sem pensar. Alguns candidatos, na tentativa de agradar e serem aceitos pela empresa, acabam confundindo a entrevista com um bate-papo no barzinho. Há aqueles que chegam a comentar que têm dificuldade para acordar cedo, não gostam de ler ou que simularam uma doença para participar da entrevista de emprego e justificar a falta no trabalho atual.

4. Não saber nada sobre a empresa contratante. Esse, infelizmente, é um erro muito comum dos candidatos. Muitos não se dão ao trabalho de pesquisar sobre a respectiva companhia. Não conhecem o mercado, nem sabem em que área a empresa atua e, por conta disso, não sabem como poderiam agregar valor à empresa. A falta de interesse em buscar mais informações demonstra falta de iniciativa, o que, com certeza, terá um efeito negativo na imagem do candidato.

5. Chegar atrasado. A falta de capacidade de chegar no horário combinado passa a impressão de falta de interesse e desleixo. Pode sugerir também falta de capacidade de planejamento (não consegue calcular o trajeto e o tempo para chegar à empresa). Em outras palavras: se não consegue fazer isso em um trajeto simples, o que dirá das atividades da empresa?

6. Não manter contato visual com o entrevistador. Olhar nos olhos é importante no momento da entrevista. O ditado diz: “os olhos são espelhos da alma”. Isso significa que, através do olhar, passamos informações que não são ditas de forma oral. Por exemplo: sinceridade, brilho dos olhos ao falar de projetos que o motivam, e também inseguranças, receios, mentiras. Se você se preparou para a entrevista e deseja realmente fazer parte da empresa, não tenha medo de mostrar quem você é. Confie na sua vontade, no seu desejo de trabalhar e conquistar os seus sonhos através do seu trabalho.


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Você acredita no que faz?

Keith Jenkins, editor do Blog Velvet Escape e CEO da Iambassador, era um cara super bem sucedido no mercado de investimentos, mas infeliz. Largou tudo, foi viajar e, então, se encontrou.
São 16 minutos para refletir.
Vale o play!


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Liderança e paternidade em tempos de geração Y

Por Marcelo Do Carmo

Full length portrait of young men and women holding cellphone

Já há algum tempo, tenho percebido, a partir de minhas aulas na graduação e como consultor de empresas, que a formação básica dos indivíduos tem se estendido da escola para a vida profissional, mesmo contando o período de estágio na universidade, nos casos onde o indivíduo consegue conquistar essa formação. Muitas vezes, os sujeitos chegam no mercado de trabalho sem compreender regras básicas de convívio social. Essa opinião é compartilhada tanto por colegas professores quanto por gestores de empresas clientes com quem tenho oportunidade de discutir questões de carreira e de formação de pessoas. Às vezes, ficamos pasmos ao analisarmos certos relatos, talvez com o mesmo grau de perplexidade com que pais contemplem seus filhos quando se inicia o conflito de gerações.

A Geração Y ou os milleniums, como prefiram chamar, sem dúvida é composta por jovens ambiciosos, audaciosos, visionários, mas que nem sempre possuem o senso de responsabilidade e disciplina. E o mais triste: a humildade necessária para aprender. Sócrates, em uma de suas célebres frases “só sei que nada sei”, queria passar a seus discípulos o conceito de que a sabedoria ultrapassa nossos limites e não temos como percebê-la em sua totalidade. O verdadeiro sábio é aquele que possui a humildade para admitir que sempre há algo a aprender. Como explicar isso a indivíduos que acreditam já saberem de tudo (caso contrário, basta perguntar ao Google)?

Nos programas de integração de novos funcionários mantidos pelas empresas não existem módulos mágicos que consigam reformatar esses indivíduos ou integrá-los aos valores de colaboração com colegas, comportamento ético ou de foco no atendimento às necessidades de clientes que moldam a cultura das organizações. O intenso uso dos conceitos do “Líder Servidor”, alardeado best-seller corporativo, foi uma tentativa de baixar a bola de uma geração de “winners” que chegavam às empresas querendo saber “quem havia mexido em seu queijo”…

A antiga discussão de responsabilidade da família x escola pela formação integral do indivíduo agora está se transformando em uma questão “família x primeiros empregos”.  Nós, educadores e gestores de pessoas, temos que estar aptos para complementar e refinar os indivíduos sob nossa responsabilidade, assumindo o papel de orientação e aconselhamento de carreira e vida.

Há muito tempo, quando eu ainda era estagiário, com frequência ouvia a frase: “se vira, meu caro: não tenho filho dessa idade”. Hoje, eu falo a colegas professores e clientes que reclamam da postura de alunos e subordinados: “é melhor você assumir logo que o filho é teu”. Explico: a boa notícia é que quando reconhecemos essa certa “paternidade” dos jovens milleniums e abraçamos a responsabilidade, podemos conquistar mais do que alunos e funcionários dedicados. É possível atingir essas pessoas de uma forma especial e sentir orgulho e inspiração pela oportunidade que essa experiência nos traz. Sim, também temos casos de “filhos ingratos”, como nas melhores famílias, mas cada sucesso vale por dez fracassos. Eu recomendo.

A você, professor, educador ou líder de pessoas, meu sincero “Feliz Dia dos Pais”!

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Do que é feito um bom líder?

Por Alessandra Gonzaga

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Há um consenso, atualmente, de que a boa liderança envolve uma série de habilidades emocionais e que, em última análise, o líder é aquele que consegue exercer uma influência positiva nas outras pessoas, focalizando os esforços em direção a um objetivo comum. O que muitos se esquecem de comentar é que essa influência positiva não nasce apenas da autoridade (posição de poder) ou de técnicas artificiais de interação social. Para realmente atingir os outros em um nível emocional, para cativar, é necessário que o líder tenha em si processos internos bem estruturados, alicerçados em senso de valor pessoal e autoestima. Esse novo líder tem que combinar o ser “pensante” com os seres “espiritual” e “emocional”.

A palavra espiritual ainda causa espanto ou repulsa no meio empresarial, como se tratasse de coisas acima do real e tangível e, portanto, não merecesse o olhar pragmático dos que estão envolvidos na cultura organizacional. Mas que grande engano é esse de confundir espiritualidade com religião ou dogma! O ser humano, independente de credo ou condição social, tem sim uma dimensão espiritual, que corresponde à busca das respostas mais fundamentais e críticas de sua existência. No trabalho, essa dimensão espiritual tem profunda conexão com o significado de cada tarefa ou com os objetivos e metas que perseguimos.

A dimensão espiritual se traduz em nossos valores e crenças pessoais, que orientam nossos sentimentos e pensamentos a respeito de tudo que nos cerca. Se esses valores não estão em congruência com a cultura da organização em que atuamos ou com a natureza de nossas tarefas, o trabalho facilmente transforma-se em um fardo. A vida profissional se conecta com o espírito quando é cercada de significados e propósitos que compartilhamos. Dessa forma, o líder que encontra valor espiritual no que faz e por isso acredita na sua visão pessoal consegue promover com maior facilidade motivação e energia nos que o cercam e consegue, também para si, buscar forças internas inesgotáveis para vencer as crises que surjam em sua frente.

Já a perspectiva emocional da liderança aparece nas interfaces da forma e da interação social. E isso significa muito mais do que saber controlar os próprios sentimentos e reações emocionais. O bom desempenho na dimensão emocional predispõe uma leitura e regulação das informações emocionais que trocamos com as outras pessoas. Considerar as emoções próprias e dos outros, saber como iniciar, conduzir e finalizar uma reunião, a partir de todas as colocações explícitas e implícitas da equipe, é estar sintonizado com a dimensão emocional da liderança. Já dizia Peter Drucker que o mais importante da comunicação é entender o que não está sendo dito e a regra cai como uma luva para o líder com inteligência emocional. Essa habilidade não vem alicerçada em regras de etiqueta empresarial mas sim no interesse genuíno nas pessoas e nos seus pontos de vista, na exploração do como fazer, na liberdade de fluir com a mudança de cenários e de gostar, aí sim, do que se faz. Para um universo emocional saudável a receita não é simples nem rápida: é necessária rotina de monitoramento dos próprios sentimentos, assim como cuidados com a saúde física, tão relevante para o bem estar emocional.

O espiritual e o emocional não existem sem uma mente que lhes dê passagem e voz. O pensamento é o intermediador desse equilíbrio que considera as diferentes dimensões de nossas vidas. Há algo além da função, da tarefa, do prazo, do custo, do objetivo, estratégia ou meta. Por isso a mente desse novo líder é interessada em conhecer mais de si, do trabalho, das pessoas, do mundo ao seu entorno. Seu pensamento é alimentado com informações relevantes e não se deixa vagar sem rumo pelo excesso de saídas possíveis. Sua mente se livra da pressa, da ansiedade, do vício, do ressentimento ou da amargura da crítica sem construção.

Um estudo frequentemente me ocorre ao falar de liderança e equilíbrio pessoal. Ficou famosa a iniciativa Projeto Zero, conduzida por Howard Gardner e David Perkins da Universidade de Harvard de 1972 a 2000 para congregar pesquisas científicas a respeito de arte, inteligência e educação. Em um estudo específico do Projeto Zero, a indagação dos pesquisadores era saber se características de liderança poderiam ser percebidas em crianças (a boa e velha dúvida se a habilidade é herdada ou adquirida) e ainda quais características seriam essas. A experiência é explicada no livro “Mentes que Lideram”, publicado no Brasil pela editora Atlas. Entre as conclusões está a percepção de que é possível encontrar liderança mesmo entre crianças de quatro ou cinco anos de idade, sem haver nenhum grupo específico para que se manifeste (sexo, posição social ou etnia, por exemplo).

O exercício da liderança aparece ainda que seja na decisão de qual brincadeira realizar ou como direcionar a tarefa de arte proposta. Duas características notáveis aparecem entre os pequenos líderes: uma percepção de autoeficácia, ou seja, uma espécie de “sim, eu sei fazer”, que não é bem a mesma coisa que autoestima. E ainda, uma habilidade de comunicação diferenciada, um jeito próprio de contar histórias ou envolver os demais. Considero que essas duas habilidades trazem as dimensões espiritual (de valor pessoal) e emocional (de interação social) em evidência, alinhando a liderança desde muito cedo na vida.

É importante destacar que relacionar-se bem não é algo que se realize ininterruptamente e a qualquer momento. Para bem interagir com os outros é necessário um bom diálogo interno, esse último abastecido pela solidão e reflexão pessoal. Sabe-se que grandes líderes da humanidade, como Winston Churchill e Nelson Mandela eram conhecidos por sua oratória tanto quanto pelo prazer do isolamento, a partir de momentos de leitura ou longas caminhadas para “colocar as ideias em dia”, como se diz por aqui. Bem se vê que combinar equilíbrio entre mente, espírito, emocional e físico é tarefa para toda vida, mas a questão é exatamente essa: a busca desse equilíbrio e excelência pessoal não tem um ponto de chegada, mas sim corresponde a um jeito de viver, uma maneira de experimentar a existência pessoal. Isso claramente se aplica também a uma boa liderança e só conduz os outros bem aquele que também conduz a si mesmo com zelo e amor.


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Competências Emocionais

A EI Leaders transformou a reportagem da Época Negócios em posters. Eles servem como lembretes das Competências Emocionais, tão importantes para o dia a dia e para o crescimento pessoal e profissional. Imprima e tenha sempre com você!

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Que qualidades precisam ter nossos líderes?

His Holiness the 14. Dalai Lama

Marcelo Csermak, que ensina Meditação e Liderança aos funcionários da Escola Paulista de Medicina, dá uma dica de livro muito atual. Confira:

Dalai Lama em seu livro “Liderança para um mundo melhor” fala sobre as seis perfeições que são de grande valor para os seres humanos e o líder que possui essas características tem grande capacidade de afetar de modo profundo às outras pessoas. Veja:

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Generosidade: doar atenção, amor, ensinamentos e ajuda a quem precisa, o líder que quer ficar com tudo para ele destrói a motivação das pessoas a sua volta.

Paciência: estar sempre atento para não prejudicar os outros e fazer o bem. A paciência deve ser cultivada e ser entendida como paciência justificada e não como passividade.

Ética: perceber que os desejos e incômodos vêm e vão e que não vale à pena se perturbar com isso. Antes de qualquer ação ou decisão, devemos nos livrar de qualquer pensamento negativo que possa nos prejudicar ou prejudicar outros.

Empenho: estabelecer metas e dedicar-se a elas, já que nosso grau de entusiasmo depende dos objetivos que queremos atingir e da nossa gana em chegar até eles.

Concentração: fazer uma coisa de cada vez, com atenção plena e totalidade.

Sabedoria: ter a visão correta, ou seja, a capacidade de enxergar as coisas como realmente são e de reconhecer que nada dura para sempre.


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As 11 regras de Bill Gates

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  1. A vida não é fácil: acostume-se com isso.
  2. O mundo não está preocupado com a sua autoestima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
  3. Você não ganhará R$20 mil por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
  4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
  5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
  6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então, não lamente seus erros. Aprenda com eles.
  7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então, antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
  8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas, você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido: RUA! Faça certo da primeira vez!
  9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
  10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
  11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.
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